Música "O verbo e A Verba"
Argumento
Um homem saiu com seus amigos na esquina para bater um papo. A mulher já estava cansada de só pagar as despesas sozinha e resolveu sair de casa. O homem quando chegou em casa viu que sua mulher sumiu e não entendeu o porque.
Para afogar as mágoas foi atrás de outra mulher e com ela durmiu.
O homem foi atrás de sua mulher para esclarecer a situação e sua mulher estava magoada então foi fria e não lhe contou nada.
O homem se matou. Quando sua mulher foi atrás dele para resolver o pedido de divorcio, entrou em seu apartamento e o viu morto no chão. A mulher caiu de joelhos ao seu lado chorando.
Cena 1
O homem está na rua e encontra seus amigos e entram num bar. Ao vim do trabalho a mulher passa em frente do bar e ver o marido com os amigos bebendo e se divertindo ás suas custas.
Cena 2
A mulher quando chega em casa pega as suas roupas e as coloca na mala. Depois de tomar um banho e se arrumar, sai de casa.
Cena 3
Ao chegar em casa, o homem percebe que sua mulher não está e vai em direção ao guarda-roupa. Quando percebe que sua mulher saiu de casa, começa a chorar. Um de seus amigos liga para ele, chamando para sair. O homem com raiva e chateado resolve sair para esquecer as mágoas.
Cena 4
O homem se entender nada acorda em um quarto diferente ao seu. Quando olha para o lado vê uma mulher dormindo consigo. Então levantou da cama e foi embora antes que a moça o visse.
Cena 5
O homem foi atrás da mulher na casa da sua sogra ( ou seria ex sogra ?). A mulher abriu a porta quando viu que era o homem olho-o com uma cara de desprezo e fechou a porta em sua cara.
Cena 6
O homem viu que sua vida não faria sentido sem a mulher e se matou tomando um veneno.
Cena 7
A mulher foi atrás do homem para resolver o divórcio com ele. Como ele não abria a porta, resolveu pegar suas antigas chaves e entrar para fazer uma surpresa. Ao entrar viu o homem caído no chão e foi ver o que era. Quando aproximou-se do homem percebeu que estava morto e ao vê-lo naquela situação começou a entrar em desespero e a chorar.
Suzane Moura - nº42
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