Este foi um trabalho interessante, onde, no começo, parecia que deveriamos tirar o chapéu para outra pessoa, mas quando vimos que havia um espelho dentro do chapéu, percebemos que haviamos de tirar ou não o chapéu para nós mesmos, e explicar o motivo. Tinhamos que analisar como fomos durante a vida, o que fizemos e deixamos de fazer. Às vezes, não sabiamos o que falar, pois era uma vida inteira para relembrar. Basicamente, o que deviamos dizer era como éramos.

Frederico Barbosa Barreto - n°16